segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

a outra margem

existe um rio
em mim
que nunca seca.
ora turvo
ora claro
ora revolto
ora calmo
em cada mergulho
uma nova descoberta,
um novo recomeço
enfim consegui chegar
a outra margem e
hoje tenho Paz.

primavera

as flores já
estão brotando,
o cheiro de terra
invade meu ser,
sinto que a primavera
chegou ou
seria você?....

alegria

existe em mim
uma alegria
sem fim
e tem nome é
Jesus...

terça-feira, 30 de outubro de 2007

eu quero

querer
viver
para ti
sem medo
sem dúvidas.
querer
uma nova
chance de
aprender
a ter e
agradecer.
eu quero.

amigo

fecho os olhos
e vejo você
na minha vida
mudando meu viver
e sendo meu querer.
jesus
nome doce de dizer
e viver.

sonho

sinto na boca
o gosto do amanhã
sonhos sonhados
no ontem
vividos hoje.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

carta de amor

ele morreu na cruz
como ladrão
e ainda pediu
ao Pai perdão
pelos nossos
pecados.
ele viveu a cruz
fez milagres
chorou
observou
e amou até o fim.
ele continua te
esperando e te
amando.
começa a escrever
meu irmão.....

esperança

começo
meio
e
fim
com
esperança.
Jesus
me
renova
e
enche
meu
coração
de
esperança.
quer
um
pouco
também?
então
recebe
meu
irmão.

sábado, 25 de agosto de 2007

acre

pense num lugar bom
Acre
pense num povo alegre
Acre
pense numa comida boa
Acre
minha terra.
Obrigado Jesus por ter
me colocado aqui.

escolha

hoje decidi amar
e não esperar nada
em troca.
hoje decidi recomeçar
e esqueçer o passado.
hoje decidi ser feliz
valorizando tudo que Deus
tem me dado.
acho que estou
aprendendo......

tudo certo

caminho escuro
coração puro
mãos limpas
chegou a hora
de recomeçar.
vai dá tudo
certo.

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

milagre

viva o seu milagre
ele acontece todo dia
dentro de você.
é o coração pulsando
o sangue correndo e
você ainda tem medo de
dizer SIM para JESUS.
que tal hoje?.....

sonho

muitas águas
para vencer,
uma mão
para subir,
o coração
para sonhar
consegui...

amanhã

um dia para viver
de maneira especial
hoje.
amanhã não é certeza
é desejo,
hoje é realidade.

sexta-feira, 13 de julho de 2007

assim

assim
como quem vive
assim
como quem sonha
assim
como quem planeja
assim
como quem ama
assim
como quem escreve
assim
como quem aprende
assim
como quem tem objetivo
assim
como quem não sabe terminar
assim.

fome

sede de aprender
alegria de viver
fome de escrever
simplesmente
assim......

querer

quero um novo jeito de viver.
quero um novo sorriso.
quero querer
aprender
a fazer.....

um sopro

a vida é assim
passa rápido
num sopro.
quanta voltas
quantos abraços
quantos sorrisos
quantos adeus
quanta covardia
quanta alegria
quanta conquista
quantos adeus.....
ei.... a vida acabou de
passar ai......

o acaso

hoje bateu
saudade
do que ainda
não tenho.
o acaso me
trouxe um cheiro
um abraço
e deixou aquele
sorriso.......

quinta-feira, 21 de junho de 2007

quanto você vale?

O mundo estabelece que você tem um preço,
não acredite nisso.
Você é um milagre de Deus
você é especial
você é único...
Acredite numa nova vida
cheia de vitórias
cheia de oportunidades.
você merece.

sexta-feira, 8 de junho de 2007

sonhar é viver

o maior risco para quem sonha são as pedras no caminho, e tropeçamos em pedras e não em montanhas... Hoje é dia de sonhar e recomeçar....

sexta-feira, 18 de maio de 2007

amor para sempre

"Eu te amarei, ó Senhor, fortaleza minha.
O Senhor é o meu rochedo, e o meu lugar forte,
e o meu libertador;o meu Deus, a minha fortaleza,
em quem confio;o meu escudo, a força da minha
salvação, e o meu alto refúgio.
Salmo 18- 1:2

poesia todo dia...

chuva que lembra
saudade
que lembra abraço
que lembra você.
cada gota um sorriso
que se guarda no
tempo da lembrança.

sábado, 28 de abril de 2007

como devemos amar?

"Amai-vos ardentemente uns aos outros com um coração puro." 1 Pedro 1:22

sábado, 21 de abril de 2007

Mídia e Feminismo

MÍDIA E FEMINISMO
Tudo em nome do mercado
Por Cláudia Rodrigues em 17/4/2007
Como tudo, exatamente tudo, o feminismo serviu ao mercado e a mídia é o mercado da informação. Bebês são abandonados em lixões, em terrenos baldios, e agora a nova onda, que aperta e acelera: esquecidos em automóveis. A imprensa o que faz? Dá a notícia como a coisa mais natural do mundo, promove pesquisas para que os internautas opinem, julguem, clamem pelo amor de Deus, digam que é coisa do diabo. Nada de conhecimento e reflexão, nada de questionamentos e debates que levem os leitores a entender, de fato, o que está acontecendo.
Quando resolve abordar um ladinho diferente, a imprensa cai nas entrevistas com religiosos e psicólogos de plantão, achando que assim aborda o minimamente humano. Mas não aborda, não sai das bordas.
As mulheres não ganharam nada com o feminismo, o feminismo não foi uma revolução; hoje se resume, entre outras pérolas, ao direito da mulher a não acompanhar de perto o desenvolvimento dos filhos, especialmente os bebês, direito da mulher a garimpar um rol de vaidades que inclui, inclusive, a colocação de silicone ou retirada de parte dos seios – dependendo da onda vigente do mercado médico de plásticas –, antes que tenha exercido o dever de amamentar, partindo-se do pressuposto que os bebês têm direito de receber o leite de suas mães.
O feminismo trouxe jornada dupla, mulheres histéricas, estressadas e revoltadas com as coisas do lar, incluindo aí filhos, que contam com pouco espaço na vida de suas mães, hoje coisificados pela atribulação de seus genitores, por sua vez escravos do mercado.
Confinadas à vida doméstica?
A mídia endeusa o papel de mãe, passa a mão na cabeça das mulheres, coloca a creche como o lugar ideal para depositarmos nossos bebês de quatro meses, ignora completamente o desenvolvimento psicológico, motor e cortical dos bebês. Tudo em nome do mercado, o mercado de fraldas, mamadeiras, leites, roupas, chupetas, adereços, cadeirões paralisantes – que o mercado criou para defender a saúde dos bebês em caso de freadas bruscas e acidentes. Não tardará a invenção de um dispositivo de pulso para evitar o esquecimento de bebês, desde que ninguém toque na ferida antropológica que tem tudo a ver com um novo paradigma econômico, ecológico, social e ambiental.
O que o feminismo e a mídia juntos fizeram pela maternidade é coisa de cachorro louco. Passaram e passam por cima de algo que pode ser opcional: a maternidade. Dá para ser mulher sem ser mãe, mas não dá para terceirizar a maternidade e é isso, exatamente isso, o que está acontecendo: a terceirização da maternidade em tempo integral.
Ah, mas o que estou dizendo? Então as mulheres que optam por ser mães não podem mais trabalhar, devem ficar confinadas à vida doméstica como no início do século passado?
Disponibilidade física e emocional
Óbvio que não, mas não devemos fechar os olhos para as aberrações que estão acontecendo, para essas mães culturais que a mídia ajuda a fabricar. Mulheres que nunca sonharam em criar e educar crianças, que não têm o menor interesse em conviver com crianças, parindo-as, adotando-as, para obter o título de mães. Depois se desesperam, não sabem o que fazer com os bebês, não suportam conviver com crianças, fogem de casa como o diabo da cruz, acham um saco parir, amamentar, cozinhar, cuidar, ler histórias, trocar fraldas, acompanhar o crescimento, as fases, o desenvolvimento.
Isso piora bastante quando se tem dinheiro para comprar a felicidade exposta nos shoppings, nos remédios de última geração, nos consultórios médicos, na troca de escolas. Criamos monstrengos sem limites, incapazes de lidar com frustrações, vítimas da falta de amor genuíno, drogados, destemperados e toda a sorte de sintomas que surgem em adolescentes mal-acompanhados por seus pais e mães desde que nasceram.
Enquanto o feminismo fazia sua lição de casa incorporando ao mercado as tecelãs, as faveladas, a coisa andava em ritmo lento. Mas o abandono de crianças, vitimadas por incêndios e outras fatalidades em lares pobres, agora ganha proporções gigantescas por conta de um mercado cego para os valores humanos, as necessidades humanas, os direitos humanos.
Caberia à mídia, em vez de passar a mão na cabeça das mães culturais e de promover a maternidade para toda e qualquer mulher, esclarecer as necessidades reais de um bebê, a situação real de uma gravidez, a importância da figura materna e da função materna em cada fase do desenvolvimento infantil. Muitas mulheres desistiriam de ter filhos se tomassem consciência da responsabilidade dessa função, que não deveria ser terceirizada do jeito que está sendo.
Lugar de recém-nascido é no peito da mãe – e não é uma foto poética, às vezes até dói, exige disponibilidade física e emocional e até uma certa paixão pelo ato. Bebês de menos de um ano, quando depositados por doze horas em ambientes institucionais, por mais belos e caros que sejam, desenvolvem problemas semelhantes aos dos bebês que vivem em orfanatos.
Remédios para depressão
Não se aplica a bebês o discurso da qualidade do tempo, que pode ser prescrito, não sem um esforço mínimo, em crianças maiores, que já suportam psicologicamente a separação da mãe como algo natural por serem capazes de compreender corticalmente o fato. Bebês vivem até os três meses uma relação absolutamente simbiótica com suas mães, despertam para a separação por volta dos seis meses, vivem uma crise de diferenciação por volta dos oito, passam por adaptações de subdiferenciação até os dois anos e somente a partir daí são capazes de entender de maneira saudável, do ponto de vista psíquico, um afastamento de dois dias, por exemplo.
Isso não é brincadeira, creche não dá conta disso e não adianta areia colorida, professora boazinha, turmas pequenas. Para bebês de até dois anos, oito horas longe da mãe é um sacrifício para o qual seus corpos e córtex não estão preparados, embora eles sejam capazes de sobreviver a isso e até a violências maiores, como podemos atestar diariamente.
Aos três anos, quando a criança entra no período de socialização, a mãe teria uma folga para voltar ao trabalho. Doze horas longe? Isso seria demais. Para a mulher que busca fazer carreira com exigências máximas e ainda manter-se ocupada por longas horas em academias de ginástica, salões de beleza, jantares, vida social atribulada e congressos, definitivamente a maternidade não é aconselhável, a menos que disponha de três anos em marcha mais lenta, cinco anos em ritmo levemente mais acelerado, dez anos de corpo ligado na missão, 15 anos na checagem mínima, que inclui tempo para um cinema, um lanche, tempo para conversas e debates, esclarecimentos éticos...
A maternidade é, para sempre, um valor agregado na vida da mulher que a mídia teima em seguir mitificando, fazendo de conta que não vê, resolvendo com entrevistas sobre remédios para hiperatividade, remédios para depressão infantil e juvenil; todo tipo de aberração que o feminismo ou o que o mercado do feminismo – a releitura superficial do feminismo – produziu.
"A mulher sábia edifica a sua casa mas a tola a derruba com as próprias mãos." provérbios 14:1

Jane Vasconcelos